Festival Cerratense

O Festival Cerratense é a iniciativa fundadora e a espinha dorsal da identidade pública do Instituto. Sua evolução, de um evento inaugural em 2022 para uma celebração consolidada em 2025, espelha o próprio amadurecimento da organização. O festival posiciona o Cerrado não apenas como um bioma a ser preservado biologicamente, mas como um “território de identidade, história e resistência”.1 A curadoria do evento, ao integrar exposições, música, feiras criativas e gastronomia, propõe uma experiência sinestésica que visa reconectar o público urbano com as raízes ancestrais do planalto central.

A primeira edição focou na “reafirmação”, um ato político de dizer “nós existimos” em um cenário cultural muitas vezes dominado por estéticas exógenas. A segunda edição aprofundou-se na tríade “Cerrado, Ancestralidade e Território”, introduzindo componentes pedagógicos mais robustos, como concursos de fotografia e visitas escolares, indicando uma preocupação com a formação de público e a educação patrimonial. A terceira edição, realizada no espaço “Pé Vermelho”, simboliza o enraizamento da iniciativa, ocupando espaços que dialogam com a terra e a memória local.

3ª Edição

Contexto: Realizada em abril no “Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo”.

Ação: Manteve a entrada gratuita, reafirmando o compromisso com a democratização. Integrou exposições, feiras criativas e experiências gastronômicas.
Impacto: Consolidou o evento como calendário oficial da cidade, celebrando a arte e a identidade do Cerrado com um foco renovado na valorização do território e da ancestralidade.

2ª Edição

Contexto: Ocorrida em novembro em Planaltina/DF.

Tema: “Cerrado, Ancestralidade e Território”.

Ação: A curadoria expandiu-se para incluir um concurso fotográfico que engajou a comunidade na documentação visual do bioma. A exposição resultante recebeu visitação de estudantes da rede pública.

1ª Edição

Contexto: Realizada entre junho e julho, marcou o nascimento formal do Instituto.

Ação: Focou na celebração e reafirmação da cultura cerratense através de uma imersão nas artes contemporâneas.
Impacto: Estabeleceu a marca do Instituto e definiu o Cerrado como fonte primária de identidade e resistência, unindo manifestações artísticas diversas (música, artes visuais, gastronomia).

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Gerar impactos nas periferias do DF e do Brasil, fortalecendo e democratizando a memória, a cultura e os saberes do povo e do Cerrado.